domingo, 20 de julho de 2014

O empreendedorismo não é só uma tacada de sorte

Fazer o negócio dar certo ainda é um grande desafio para os empresários


O número de empreendedores brasileiros vem se multiplicando consideravelmente nos últimos anos e, por isso, essa atividade já representa grande relevância na economia do País. Ao contrário do que muitos pensam, o empreendedorismo está deixando de ser uma última opção, escolhida pela falta de oferta de trabalho, para se tornar um negócio planejado, estruturado e consequentemente com mais possibilidades de sucesso.
O mercado brasileiro encontra-se em franca expansão graças à ascensão da população para a classe C e ao apetite de consumo potencializado pelo acesso ao crédito e à facilidade de pagamento. Tudo isso torna as perspectivas de crescimento para o setor muito positivas. Além disso, ainda existe muito espaço para empreendedores de todos os portes e em todas as áreas. É claro que há alguns segmentos específicos com número de players considerável e com empresas já consolidadas, em que o empreendedor tem que ser muito inovador para fazer frente à concorrência, mas ainda assim, as oportunidades para obter sucesso são muito numerosas.
Mesmo com todas essas perspectivas positivas, fazer o negócio dar certo ainda é um grande desafio para os empresários. Um erro muito comum cometido pelos executivos dessa área é não ter um modelo de negócios estabelecido desde a fase inicial do projeto. Conhecer o público que pretende atingir, verificar se o serviço ou produto é oferecido por alguma outra empresa, procurar a ajuda de um especialista se não houver um domínio da questão financeira, todos esses passos são essenciais para aumentar as chances de o empreendimento ser bem-sucedido.
O que podemos notar é que uma série de fatores externos como, por exemplo, o complexo sistema tributário, o grande volume de impostos e a falta de mão de obra qualificada desafia o espírito empreendedor brasileiro de quem tenta exercer uma atividade produtiva por conta própria. Notamos que, apesar de todos esses entraves e do medo de fracassar, quem se aventura nessa área não desiste já que sabe que é muito comum nas histórias de sucesso, os empresários serem atingidos primeiramente por uma sequência de fracassos. Além do mais, segundo especialistas, a capacidade de recomeçar é uma característica do empreendedor bem-sucedido, que também possui características como determinação, superação, otimismo e senso de perspectiva.
Vale acrescentar outros atributos importantes para se obter sucesso nesse tipo de negócio que são o senso de oportunidade, que ajuda a traçar metas e focar as energias, e a capacidade de escolher uma boa equipe, de ser colaborativo e trabalhar em grupo, sabendo atribuir responsabilidades e dividir os méritos pelas realizações.

Dessa forma, podemos perceber que a ideia de que os empreendedores são apenas sortudos apostadores é totalmente equivocada. O sucesso deles é fruto de persistência, autoconhecimento e uma profunda avaliação dos riscos do negócio. E, independente, do porte da empresa, os resultados vitoriosos dependem essencialmente da vontade de começar e da força para continuar mesmo quando o caminho parece incerto.

quarta-feira, 16 de julho de 2014

Boa oratória melhora até 100% o desempenho profissional

Atividades como a leitura frequente e um bom vocabulário são extremamente importantes para essa área

 

A oratória é definida por muitos como a arte de falar em público de forma clara, objetiva, estruturada e deliberada. Para quem faz uso, a oratória é utilizada para informar, entreter e até influenciar os seus ouvintes, por exemplo.
Esse recurso, muito utilizado por grandes líderes e políticos mundiais, pode ser de grande importância para todos, já que sua utilização está presente desde cedo na escola, passando pela universidade e chegando até – e principalmente –  a vida profissional.
Historiadores acreditam que a técnica nasceu na Sicília (Itália), apesar dos Gregos terem sido os grandes responsáveis por transformá-la em um instrumento de prestígio e poder político. A palavra “Oratória” provém do latim oratorĭa, que diz respeito à arte de falar com eloquência. O objetivo da técnica é de persuadir, diferente da didática, utilizada para ensinar e transmitir conhecimentos.
Quem sabe se expressar verbaliza melhor seus pensamentos em qualquer situação, e, com isso, torna-se uma pessoa mais segura, que aparece mais e tem mais certeza daquilo que fala – passando maior confiança para aqueles que lhe escutam. A pessoa com a oratória desenvolvida passa a pensar mais rápido, com mais segurança e fluidez.
A arte de falar em público pode melhorar em 100% o seu desempenho profissional, já que o bom orador consegue prender o seu público, mantendo ainda uma grande clareza em suas informações.
Atividades como a leitura frequente e um bom vocabulário são extremamente importantes para quem deseja conquistar tal característica. Para aqueles que desejam passar a sensação de segurança, o ideal é olhar diretamente para o público, mas para isso existem ‘truques’ também: se o nervosismo não permite que isso seja feito, olhe fixamente para os pontos da esquerda, da direita e do meio da plateia, de preferência sobre a cabeça da ultima pessoa de cada ponto.

O uso da oratória pode ser feito para causar bem estar nas pessoas, pois um bom orador é capaz de provocar sensações de satisfação, crença e alegria, atitude comum de grandes líderes. Além disso, a oratória atual foi desenvolvida com o passar dos anos e hoje é utilizada nas mais diversas áreas, desde a já citada política, até o âmbito comercial (para o vendedor promover a sua venda) e judicial (o advogado que apresenta suas alegações).
Fonte: Administradores.Com 

sexta-feira, 11 de julho de 2014

77% dos executivos brasileiros dedicariam menos tempo ao trabalho

O estudo foi realizado com mais de 4,5 mil empresários, presidentes, diretores e gerentes seniores de diversos locais e áreas do Brasil


A 3ª Edição da Pesquisa Empresa dos Sonhos dos Executivos, realizada recentemente, revela que a grande maioria dos executivos (62%) não está satisfeita com a forma como distribuem seu tempo.

O estudo, realizado com mais de 4,5 mil empresários, presidentes, diretores e gerentes seniores, de todos os setores da economia, de diversas áreas e de todo o Brasil, questionou também qual é o tempo dedicado para cada atividade diária. Os resultados foram: 36% trabalho e carreira; 20% descanso; 14% família; 8% lazer; 8% educação; 7% saúde e 7% autoconhecimento.


A pesquisa perguntou ainda como os executivos redistribuiriam seu tempo, se pudessem. As respostas foram: 77% deles diminuiriam o tempo dedicado ao trabalho e 80% aumentariam o tempo dedicado à família. Atividades físicas e cuidados com a saúde também foram citados como quesitos nos quais gostariam de dedicar uma parcela maior do dia (76%).

Quando a pesquisa avalia a insatisfação apenas das mulheres, o índice é ainda maior: 69% sentem-se sobrecarregadas. É possível que seja porque elas ainda são, na maioria dos casos, responsáveis pelos cuidados com a casa e com os filhos e se cobram muito por isso.

Na visão da sócia-diretora da Nextview People, Danilca Galdini, é possível aprender a gerenciar melhor o tempo atribuído a cada atividade. “O autoconhecimento é muito importante para identificar o que é prioridade na vida de cada indivíduo e assim, inclusive, ser mais produtivo em cada esfera”, diz a especialista.

terça-feira, 8 de julho de 2014

Tendências globais para a internet

O crescimento da venda de smartphones chama a atenção de grandes marcas, que têm investido grande parte da verba publicitária no meio digital

A cada ano novas empresas e ideias estão surgindo ao redor do mundo. Com a propagação mais democrática da internet e a difusão da informação cada vez mais ágil, o mundo tem mudado rapidamente e, para nós, empreendedores e empresários, este cenário apresenta inúmeras oportunidades, mas também riscos. Dentre as pequenas empresas de hoje, algumas possuem grandes chances de se tornarem grandes amanhã, e isso vem acontecendo cada vez mais rápido.
Enquanto segmentos inteiros são criados e estão em expansão, outros são reestruturados em meses. As mudanças de comportamento chegam ligeiras e podem mudar hábitos de consumo de toda uma geração, a agilidade nas empresas em perceber em tais mudanças, preverem o mercado e se reinventarem, é crucial em longo prazo.
O maior acesso à Internet móvel já não é novidade e chama a atenção de grandes marcas, que têm investido grande parte da verba publicitária no meio digital. O mercado está bastante estável, os especialistas não estão prevendo uma “bolha na internet”, como a que aconteceu no ano 2000, mas a rede de comunicação tem visto uma mudança de plataformas de redes sociais abertas e privadas pararem, devido ao uso, por exemplo, do Whatsapp.
A internet está reestruturando indústrias sólidas como a Hoteleira, Transporte e Comércio. As pessoas tomam a maior parte das decisões online e muitos sites/aplicativos vêm redefinindo esses comportamentos. A indústria hoteleira foi impactada pelo Airbnb; no comércio eletrônico mundial o impacto veio do Alibaba; nos transportes tem aplicativos como o Uber, e o Waze. O mercado chinês está inovando também, o aplicativo Wechat tem 400 milhões de usuários e, além de mensagens, também acha taxis e restaurantes e gerencia investimentos, entre outras funcionalidades.
O interesse crescente em crypto moedas, uma moeda digital, como o Bitcoin é real. A carteira para Bitcoin (Bitcoin wallet) cresceu 8 vezes ano passado. Cada vez mais os negócios estão aceitando crypto moedas como meio de pagamento e o Bitcoin inteve seu melhor trimestre até agora. Até encontros românticos estão mudando de contexto. O aplicativo Tinder é um dos mais usados no mundo, com 21 milhões de “encontros” virtuais (matches). No Brasil, já são mais de 10 milhões de usuários​.​
Durante comerciais de TV, grande parte das pessoas se volta para alguma outra tela, como a do tablet ou cellular e só voltam novamente à TV quando o programa assistido retorna dos comerciais. Segundo a comScore, os brasileiros que hoje têm acesso à Internet já gastam mais tempo na web do que aqueles que assistem à TV. São 52,3 milhões de brasileiros que navegam na Internet diariamente, com um tempo médio que passa de 3h30 durante a semana e de 20h por mês.

Quem souber aproveitar estas mudanças na sociedade e inovar, tem um campo vasto de possibilidades e a chance de mudar a forma de comunicação ou de prestação de serviço.
Fonte: Administradores.com