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quarta-feira, 16 de julho de 2014

Boa oratória melhora até 100% o desempenho profissional

Atividades como a leitura frequente e um bom vocabulário são extremamente importantes para essa área

 

A oratória é definida por muitos como a arte de falar em público de forma clara, objetiva, estruturada e deliberada. Para quem faz uso, a oratória é utilizada para informar, entreter e até influenciar os seus ouvintes, por exemplo.
Esse recurso, muito utilizado por grandes líderes e políticos mundiais, pode ser de grande importância para todos, já que sua utilização está presente desde cedo na escola, passando pela universidade e chegando até – e principalmente –  a vida profissional.
Historiadores acreditam que a técnica nasceu na Sicília (Itália), apesar dos Gregos terem sido os grandes responsáveis por transformá-la em um instrumento de prestígio e poder político. A palavra “Oratória” provém do latim oratorĭa, que diz respeito à arte de falar com eloquência. O objetivo da técnica é de persuadir, diferente da didática, utilizada para ensinar e transmitir conhecimentos.
Quem sabe se expressar verbaliza melhor seus pensamentos em qualquer situação, e, com isso, torna-se uma pessoa mais segura, que aparece mais e tem mais certeza daquilo que fala – passando maior confiança para aqueles que lhe escutam. A pessoa com a oratória desenvolvida passa a pensar mais rápido, com mais segurança e fluidez.
A arte de falar em público pode melhorar em 100% o seu desempenho profissional, já que o bom orador consegue prender o seu público, mantendo ainda uma grande clareza em suas informações.
Atividades como a leitura frequente e um bom vocabulário são extremamente importantes para quem deseja conquistar tal característica. Para aqueles que desejam passar a sensação de segurança, o ideal é olhar diretamente para o público, mas para isso existem ‘truques’ também: se o nervosismo não permite que isso seja feito, olhe fixamente para os pontos da esquerda, da direita e do meio da plateia, de preferência sobre a cabeça da ultima pessoa de cada ponto.

O uso da oratória pode ser feito para causar bem estar nas pessoas, pois um bom orador é capaz de provocar sensações de satisfação, crença e alegria, atitude comum de grandes líderes. Além disso, a oratória atual foi desenvolvida com o passar dos anos e hoje é utilizada nas mais diversas áreas, desde a já citada política, até o âmbito comercial (para o vendedor promover a sua venda) e judicial (o advogado que apresenta suas alegações).
Fonte: Administradores.Com 

sexta-feira, 18 de abril de 2014

Os Desafios da Liderança Empresarial

Para um líder ser extraordinário, aumentar a produtividade e a lucratividade, desenvolver a qualidade e contribuir com um mundo melhor, é preciso que ele supere alguns desafios:
Desenvolver a visão de curto, médio e longo prazo - O líder precisa ter uma visão de futuro atraente, realista, com parâmetro de tempo e de número. Assim, ele poderá inspirar e mobilizar a equipe através da apresentação desta visão com um direcionamento.
Orientar-se para resultados através das pessoas - Além de ter uma visão, é necessário criar estratégias que envolvam as pessoas para o alcance de resultados extraordinários.
Ter um senso de realidade - O líder deve perceber que a equipe, os desafios, a empresa, os clientes e o mercado nunca são e nem serão como ele gostaria que fosse. Portanto, encarar a realidade e fazer não só o que gosta, mas o que é preciso ser feito para o sucesso nos negócios são características fundamentais de um bom líder.
Manter-se flexível - A flexibilidade ajuda a fazer o que for preciso para alcançar os resultados esperados. Caso seja preciso mudar de rumo, treinar a equipe de uma forma diferenciada, ou até mesmo, colocar a mão na massa para solucionar um problema, ele terá que fazer.  
Reconhecer a equipe - O verdadeiro segredo de uma equipe de sucesso é a frequência e a forma como um líder fornece feedbacks positivos. Uma dica para fortalecer o comprometimento da equipe está em agendar reuniões frequentes para parabenizar a equipe e comemorar os resultados.
Mapear a equipe e a si mesmo - Antes de um líder cobrar um profissional para desenvolver um ponto fraco, ele deve apoiá-lo no fortalecimento do seu talento para extrair o máximo das suas potencialidades. Todo líder deve passar por um processo de autoconhecimento com programas de coaching, terapias, etc.
Ter uma liderança situacional - Existem momentos em que o líder tem que dizer o que fazer e existem outros momentos que o líder tem que apoiar seus liderados a fazerem da forma deles, inclusive muitas vezes melhor do que a forma como foi ensinada.
O verdadeiro líder é aquele que apóia os profissionais da sua equipe a brilharem, se desenvolverem constantemente e, principalmente, perceberem a sua importância para o sistema onde estão inseridos.
No Brasil, para aumentar a competitividade em nível global, é preciso perceber a importância de desenvolver pessoas chaves, ou seja, os profissionais em cargos de liderança que são e/ou serão os líderes empresarias deste país.

Fonte: Catho 

segunda-feira, 17 de março de 2014

3 perguntas essenciais para fazer antes de abrir uma empresa

É fundamental validar uma ideia de negócio com os clientes em potencial


“Eu quero empreender, mas não tenho a mínima noção de qual produto ou serviço vender.” Apesar dessa linha de raciocínio ser algo natural, ela gera dois problemas: a visão de que uma ideia genial é suficiente para viabilizar um negócio e deixar a geração da ideia ao acaso, sem um planejamento claro de como se iniciar no empreendedorismo.
Existem três perguntas que devem ser feitas pelo empreendedor iniciante que podem acelerar muito o processo de colocar em prática o sonho do negócio próprio.

1. Quais os assuntos que gosto de pesquisar sem ninguém me pedir? Apesar da prática de um hobby não conseguir gerar dinheiro, na maioria das vezes, ele é um excelente ponto de partida. Uma empresa própria é algo que demanda muito tempo, além de exigir uma busca constante por novos conhecimentos. Se você escolher uma área apenas porque acha que vai dar dinheiro, provavelmente vai se desanimar na primeira barreira que surgir.

2. Nesses assuntos, qual problema eu conseguiria resolver? O maior problema do empreendedorismo é a alta carga tributária e burocrática. Por outro lado, você pode unir habilidades com a área de interesse, por exemplo, se você tem facilidade para explicar conceitos complicados de uma maneira simples. Esse pode ser um passo importante para começar a tirar as ideias do papel.

3. O quanto os clientes sofrem com esse problema? Agora que você gerou uma ideia de serviço ou produto, é fundamental validá-la com os clientes em potencial. Quanto antes você começar a colher feedbacks de clientes reais, melhor.


Fonte: Exame.Com

sexta-feira, 17 de janeiro de 2014

Crises de carreira que atrapalham mulheres bem-sucedidas

Confira os aspectos que atrapalham a continuidade da carreira das executivas que chegam ao topo e as dicas para reverter o cenário negativo


O topo da carreira pode ser solitário. Em cargos superiores a cultura ainda é dominada pelos homens e essa experiência de solidão é assustadora ao ponto de colaborar para a evasão de cérebros femininos do alto escalão das empresas. Estudos indicam cinco aspectos que atrapalham a continuidade da carreira de sucesso das mulheres bem como a sua felicidade trabalho:



Networking fraco

A dupla jornada que muitas mulheres enfrentam é um fator limitante para o investimento na rede de contatos. Para as mulheres há uma cobrança interna maior. Elas ficam na dúvida entre sair para jantar com os colegas de trabalho ou jantar com seus filhos em casa, por exemplo.

E, depois de encarar um expediente longo, as executivas, em geral, preferem ir para casa, onde esperam seus filhos, marido. Além disso, apesar dos inegáveis avanços culturais, grande parte das tarefas domésticas ainda é prioritariamente responsabilidade delas.

Com tudo isso em mente, é mais raro encontrar tempo para happy hours ou para eventos e reuniões informais fora do horário de trabalho.

A regra geral do networking é “quem não é visto não é lembrado” e falando desses aspectos os homens acabam saindo na frente, já que são menos vítimas desta cobrança interna ou externa por mais tempo em casa. Deve-se planejar e balancear a agenda para deixar um espaço e investir no networking sem que isso signifique prejuízo para as relações familiares.


Contar com um único mentor

Mulheres têm propensão a manter um único mentor profissional, geralmente encarnado na figura do chefe. Esse aspecto vem desde a escola: enquanto as meninas geralmente gravitam em torno de uma única amizade (da melhor amiga), os meninos crescem em turmas e times.

O homem navega melhor pelo ambiente profissional, faz mais alianças, enquanto a mulher é mais leal ao seu único mentor. Uma possível solução pode ser o fato de que as mulheres podem pedir conselhos pontuais a profissionais de todos os níveis, (de júnior a sênior), para resolver questões específicas.


Pouca credibilidade

O endurecimento das reações e a intransigência das manifestações são mecanismos de defesa usados por mulheres em altos cargos executivos. Outras, para evitarem erros preferem seguir carreira de especialista ao invés de disputar os cargos de gestão.

Ao chegar ao topo a mulher se impõe, para poder se sobressair ela tem que ser a mais eficiente, mais dura, mais assertiva e se posicionar de forma mais objetiva. Este tipo de reação não traz a almejada credibilidade que a cadeira de líder requer. O aspecto político geralmente presente nos homens é mais efetivo neste sentido. Mesmo que ele não seja o melhor, seja apenas bom, ele continua crescendo. A credibilidade é uma consequência de um trabalho bem feito e de uma reputação profissional bem cuidada. 


Falta de autenticidade

Líderes autênticos são marcantes. O que acontece é que muitas mulheres acabam perdendo a autenticidade na tentativa de criar um clima mais confortável entre seus colegas homens. Elas acabam criando uma máscara, mas em longo prazo começam a se questionar se vale ou não a pena. Este comportamento adquirido é estimulado pela insegurança, mas a nova maneira de agir pode prejudicar a imagem profissional.

É preciso prestar atenção para não demonstrar ser o que não é. A sinceridade no modo de agir é sempre o melhor caminho.


Solidão

Esse aspecto consiste na sensação de ser um “peixe fora d´’água”. Entre colegas homens, a mulher se sente sozinha. A falta de autenticidade na maneira de se comportar só vem a reforçar o sentimento de solidão dentro do grupo. Para amenizar esse sentimento, elas devem ter consciência para experimentar dele e ser esse o primeiro passo para reverter o quadro. 


Por: Camila Pati 

Fonte: Exame.com



terça-feira, 10 de dezembro de 2013

13 fatores que as pessoas fortes não praticam

Na busca pelo crescimento profissional, as pessoas esquecem de exercitar o lado humano. Veja a seguir os 13 fatores que as pessoas fortes não praticam. 


1. Sentir pena de si
Como lidar: pare de pensar que você não é bom o bastante. Ser adulto é lidar com obstáculos maiores que você. Você pode errar, perder, tomar decisões ruins, se deparar com pessoas poderosas, de nariz empinado, mas isso não o faz pior do que ninguém. Tome os caminhos certos, mas se pegar um errado, encare as consequências de cabeça erguida.

2. Deixar os outros lhe controlarem
Como lidar: não permita que ninguém coloque você para baixo — seja namorado(a), chefe, amigo ou familiares. O poder está nas suas mãos, só você tem o poder de controlar o que acontece com você, mas algumas pessoas vão tentar impedir você. Seguindo a lógica bíblica do “se o braço lhe faz pecar, corte-o”, se algo lhe deixa infeliz, abandone.

3. Preferir manter as coisas como estão
Como lidar: abrace as mudanças. É onde o melhor da vida está: atrás das cortinas do desconhecido. Assim como você não pode saber se uma comida é boa sem provar, ou se um livro é bem escrito sem ler, não dá para conhecer o melhor da vida sem viver. Seja flexível e mantenha o pensamento positivo para afastar o medo do desconhecido. É claro que não é 100% certo que mude para melhor, mas é possível extrair algo de bom até em experiências ruins. Uma coisa é certa: sem tentar, o homem nunca conseguiu nada.

4. Reclamar de coisas que não dependem de você
Como lidar: reclame menos de coisas que você não pode mudar. Essa é uma das melhores receitas contra o mau humor e a frustração. O trânsito está um caos? Ficar irritado não mudará nada. Pegue um ônibus, vá de bicicleta, mude de emprego ou de casa, respire fundo e encare. Você não vai mudar o mundo, mas mudando de atitude poderá vê-lo de uma forma diferente.

5. Se esforçar para agradar os outros
Como lidar: seja você mesmo. Fingir ser alguém que você não é demanda um esforço enorme. E o pior, ser o queridinho do chefe, não vai lhe render uma promoção — gerar resultados vai. Não fique evitando as pessoas por não gostar de dizer não, ninguém gosta, mas faz parte. Saber dizer é sinal de responsabilidade e transparência, saber receber é maturidade. Tente ser justo e gentil, lembre-se que como você fala é mais importante do que você fala.

6. Fazer coisas sem pensar
Como lidar: tome decisões conscientes. Saiba onde você está pisando. Não tome decisões precipitadas que acabarão em erro e frustração depois, planeje as ações com cuidado e calcule se compensa correr o risco. É melhor pensar demais do que pensar de menos.


7. Pensar muito no passado
Como lidar: viva hoje. Ninguém vive de reprise. Pense que sempre o melhor está por vir. Foque no presente, trace metas para um futuro próximo e saiba que a única função do passado é servir de experiência para se projetar o futuro. Enquanto você estiver olhando para trás, nunca andará para frente

8. Cometer o mesmo erro várias vezes
Como lidar: aprenda com cada erro, ele é o sinal de que algo precisa ser corrigido. A maioria das pessoas precisa errar pelo menos duas vezes antes de fazer algo a respeito, e isso é um problema. Cada erro consome uma carga emocional que você não vai querer desperdiçar. Além de tempo para a retomada. Seja crítico consigo , você é o seu melhor professor.

9. Se chatear quando alguém próximo conquista algo
Como lidar: alegrar-se com as conquistas dos outros; se for difícil demais, use como motivação e pense “se ele conseguiu, eu também consigo”. Esteja 100% comprometido com o seu sucesso. O jogo pode ser sujo, mas não é por isso que você tem que se jogar na lama. Reconheça que os outros também têm seus méritos e tente ficar feliz por eles. O trabalho em equipe sempre levará a resultados maiores do que o individualismo.

10. Desistir no primeiro fracasso
Como lidar: reconheça o fracasso como parte do processo. As pessoas poderão contar quantas vocês você caiu, mas elas não são você. Quebrar a cara não é algo que pode acontecer, é algo que vai acontecer e é melhor que seja no começo.

11. Detestar ficar sozinho
Como lidar: passe mais tempo consigo fazendo as coisas que gosta. Poder passar um final de semana em casa sozinho não é um pesadelo, é um privilégio. É impossível obter autoconhecimento e crescer como pessoa sem momentos de reflexão. E é quando você está acompanhado apenas de si que as mais poderosas reflexões acontecem e o entendimento vem. Pessoas intimistas costumam ser mais criativas, tomam melhores decisões e compreendem melhor os outros. Aprenda a apreciar sua própria companhia, é a única pessoa que você é obrigado a conviver até o fim da vida.

12. Achar que merece mais do que tem
Como lidar: seja mais humilde e esforçado. Você nasce pelado e morrerá assim se não souber aproveitar as oportunidades. Os seus pais são os únicos que precisam lhe ajudar (até certo ponto), o resto é como você. Não espere que as pessoas enxerguem o seu melhor, mostre a elas. Se você é o melhor do setor, preste atenção no seu comportamento, no seu discurso e na forma como lida com as pessoas. As pessoas não lhe devem nada, mas elas farão questão de pagar se você tiver algo valioso a oferecer.

13. Querer tudo para ontem
Como lidar: tenha em mente que tudo na vida tem um tempo de maturação. Com as habilidades e o tempo certo, coisas maiores e mais duradouras são construídas. Ao definir prazos, peça a opinião das pessoas, negociando um prazo que seja bom para todos.

Texto extraído do artigo: “13 things mentally strong peopledon’t do” 


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sexta-feira, 6 de dezembro de 2013

Motivar só não basta. É preciso Mudar.


Motivação é algo que precisamos ter todos os dias de nossa vida. Para acordar, sair, trabalhar, estudar, brincar, conversar. Para qualquer coisa que se faça é preciso motivação. Precisamos de um motivo.
O que precisa nos motivar a ir trabalhar e fazer o melhor que pudermos é exatamente o motivo que nos leva a ir trabalhar todos os dias. Complicado? Não. É simples. Não existe motivador no mundo capaz de fazer você se motivar se detesta o que faz. Se não faz por amor, com vontade, por prazer.
Dinheiro motiva? Depende. Você acha que a pessoa mais rica do mundo se motiva por ganhar dinheiro. O que o motiva é exatamente o prazer de fazer o que faz, todos os dias. As pessoas são motivadas a trabalhar para ganhar dinheiro, comprar coisas, pagar contas. Isto já foi e é amplamente difundido, mas acredite, não é só isto.
Motivar alguém é incutir na pessoa a necessidade de mudar. Mostrar que para mudar é preciso ter atitude, disciplina, vontade e principalmente um motivo que os faça verdadeiramente mudar.
Se você NÃO MUDA, VOCÊ não se motiva. Apenas adia a sua frustração. Pense nisto. O que o faz motivar é o sentido que se quer dar a sua vida. Ter um objetivo é fundamental. Um foco definido, uma missão.
Quer contratar um palestrante que o motive? Contrate alguém que possa ajudá-lo a mudar. Só um detalhe. Se você não quiser mudar, palestrante nenhum vai fazê-lo mudar de idéia. Só quem pode mudar de ideia é você mesmo.


Fonte Exame. Com 


Disponível em: Blog do Management 



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segunda-feira, 11 de novembro de 2013

Como gerar um feedback eficiente?

Especialistas apresentam dicas práticas para ter um feedback adequado para chefe e funcionário.
Muito importante para o desenvolvimento profissional, o feedback é uma das ferramentas essenciais para o exercício da liderança. Tanto o líder quanto os membros de sua equipe têm ótimas razões para praticá-lo. A ferramenta é uma ótima oportunidade para que ambos os lados conheçam os pontos de vista recíprocos, e possam contribuir mutuamente para o aumento da performance da equipe.
Propósitos
Do ponto de vista da liderança, o feedback pode ter três diferentes propósitos:
1) Demonstrar a necessidade de melhoria de resultados. Essa é a situação frequentemente designada como "feedback negativo". Embora seja uma denominação comum, se o propósito é melhorar o desempenho, e se conduzida de forma adequada, o impacto é sempre positivo.
2) Reconhecer e incentivar a manutenção do bom desempenho. Nesse caso não há necessidade de melhoria da performance. A entrevista de feedback tem o propósito de reforçar os procedimentos e atitudes que têm gerado os bons resultados, abordagem conhecida como "feedback positivo".
3) Alinhar prioridades de ação. Muitas vezes o desempenho do subordinado é bom, mas seus esforços estão concentrados em atividades não prioritárias. Esse é o momento em que o alinhamento se faz necessário. Muitos colaboradores com perfil de elevada iniciativa acabam por se dedicar às atividades que, a seu ver, carecem de atenção mais rapidamente. Entretanto, nem sempre seu julgamento está alinhado à estratégia do negócio, e é preciso comunicar ao colaborador o que deve ser executado prioritariamente.
Recomendações
A forma de se proceder no momento de exercitar o feedback faz toda a diferença para que os propósitos sejam alcançados. Conheça a seguir alguns cuidados fundamentais a se tomar no processo de feedback:
- É fundamental que o gestor se prepare, antes de tudo. Deve, por exemplo, reservar um local em que haja privacidade para conversar a fim de que o funcionário se sinta à vontade durante o processo.
- As colocações não devem nunca ter cunho pessoal.

- Ao receber o feedback, o funcionário deve encará-lo como um presente que, às vezes, pode não lhe agradar. Se a avaliação feita não corresponder à sua autoavaliação, o ideal é refletir e procurar entender os motivos pelos quais é percebido dessa maneira, sem considerá-la como crítica pessoal.
- O feedback, para ser realmente efetivo, precisa ser exercitado no "timing" correto - logo após o fato a ser destacado - pois, do contrário, se aplicado muito tempo depois do fator gerador, perde a força.
- Por questões culturais acabamos usando mal o feedback positivo ou de reforço. É muito comum que líderes usem o 'mas' para incluir na conversa algum ponto a ser melhorado, o que acaba por tirar a força positiva da conversa, deixando o tom amargo. É importante sempre separar os dois momentos do feedback para deixar claro quando estamos tratando de um reconhecimento ou de uma orientação.
- Sobre o feedback de reorientação, além do "timing" correto é essencial estar atento quanto à escolha das palavras, e checar se o liderado entendeu a mensagem corretamente para evitar que reste somente um sentimento de frustração ao final do processo.
- Embora muitas organizações já tenham em seus calendários as reuniões de avaliação formalmente estabelecidas, é importante lembrar que o dia a dia exige feedbacks mais frequentes.
- É importante utilizar a reunião de feedback também como uma oportunidade para conhecer o ponto de vista do colaborador, de forma a identificar suas necessidades, expectativas e opiniões sobre a liderança.
- O processo deve ser conduzido tendo por base honestidade, abertura, transparência, e intuito de colaborar com os melhores resultados.
- É uma oportunidade também para se analisar o quanto o perfil do colaborador está alinhado ao do cargo. Pode-se chegar à conclusão que suas competências sejam mais bem aproveitadas em outra posição da organização.
Críticas ou feedback?
Todas essas considerações contribuem para que o feedback seja exercitado de forma eficiente e eficaz. A falta de atenção a esses cuidados pode levar o processo a um relato de "críticas", que, por sua vez, têm sim pouco a contribuir para a melhoria de performance. Se um líder de equipes se dirige ao subordinado dizendo que ele é "relapso", por exemplo, como o colaborador poderá melhorar? Não há nenhuma objetividade nessa declaração. Não há respeito, não são demonstrados fatos, critérios de desempenho, comportamentos ou procedimentos a serem modificados. Simplesmente um adjetivo de interpretação muito subjetiva. É importante refletir, então, se o que temos a comunicar é de fato um feedback ou então se trata de uma crítica mal conduzida. 

Por: Adriano Bom 
Fonte: Yahoo Finanças 

sexta-feira, 11 de outubro de 2013

Quem ajuda na vida tem mais chance de subir na carreira

Pesquisa mostra que profissionais que se colocam à disposição para ajudar colegas são mais reconhecidos e têm mais oportunidades de crescimento

Um novo estudo feito pelo Insper, de São Paulo, com mais de 100 profissionais mostra que ajudar colegas de trabalho produz efeito positivo na construção de uma rede de contatos. Segundo a pesquisa, o exercício da cidadania organizacional – que o Insper define como a disposição a dar um apoio que excede o escopo do trabalho para beneficiar a companhia ou um funcionário – pode contribuir para que o profissional que prestou o auxílio seja recomendado por colegas em projetos e vagas de trabalho.

De acordo com o estudo, atitudes positivas direcionadas a uma equipe funcionam melhor do que gestos direcionados a apenas uma pessoa. “Funcionários confiam mais em quem olha para coletividade”, diz Sean White, psicólogo e especialista do núcleo de carreiras do Insper, um dos responsáveis pela pesquisa.

Em sua opinião, é importante prestar atenção nas demandas do grupo para reforçar contatos. Relações estabelecidas fora do ambiente de trabalho, como em Happy Hours, encontros em associações, clubes ou igrejas, também conduzem à recomendação. “Quem se doa para os outros tende a ter um crescimento mais rápido”, afirma Fernando Schmitt, diretor de unidades regionais da Câmara de Comércio Brasil-Estados Unidos (Amcham). Segundo ele, a consciência de que a aprendizagem do grupo importa mais do que a individual é uma das características dos profissionais de sucesso.

“Meu lema é fazer para ter, pois nada vem de graça”, diz Felipe Siqueira, de 33 anos, controller da subsidiária uruguaia da White Martins, fornecedora de gases industriais. Felipe diz que o segredo de manter bons relacionamentos no trabalho (e fora dele) é o comprometimento com a empresa e com os colegas de trabalho. 

A receita também exige que o profissional não espere retorno imediato por sua benevolência. Para chegar onde chegou, Felipe assumiu alguns desafios e sempre manteve a disposição para contribuir. Em 2011, quando era gerente interino de controles internos da White Martins no Brasil, resolveu ser voluntário em um projeto da empresa na Venezuela, já que nenhum dos executivos convidados aceitou ir. Não haveria aumento de salário nem promoção, e ele teria que embarcar em uma semana. “Decidi ir para contribuir e mostrar que estou disposto a assumir desafios”, afirma. Deu certo. Depois de três meses, ele voltou para o Brasil e assumiu a gerência de uma nova área. Após um ano, foi convidado a gerenciar todas as áreas ligadas a finanças na unidade da empresa no Uruguai.

Mas nem sempre essa ajuda exige sacrifícios. Ela pode estar em pequenos gestos, como orientar alguém a organizar melhor suas pastas de e-mail ou se oferecer para marcar reuniões e almoços. “Quando você se mostra solidário, ganha notoriedade”. É como se estivesse acumulando créditos para outros projetos”, diz José Augusto Minarelli, presidente da Lens & Minarelli, consultoria em recolocação e aconselhamento na carreira, de São Paulo. Quanto mais disposição você tiver em ajudar o outro e em pensar além da sua área, mais as pessoas vão confiar em você e lembrar seu nome na hora de um novo trabalho. No fim, todos ganham.

Como contribuir:
Quatro atitudes que reforçam a chamada cidadania organizacional.
1 – Esteja disponível – Para se destacar é necessário ter disposição para ajudar os demais. A capacidade técnica importa, mas o profissional que vai além da sua função pelo bem-estar do grupo cresce muito mais do que aquele igualmente capacitado que apenas age dentro de sua área.

2 – Faça aquilo que ninguém que fazer – Sabe aqueles trabalhos mais operacionais que ninguém que fazer, como marcar reuniões ou almoços e reservar salas para eventos? Solidarizar-se para ajudar nessas atividades mais técnicas. Outra sugestão interessante é auxiliar as pessoas a realizar essas tarefas de maneira mais rápida, se você tem facilidade para isso. 

3 – Compartilhe conhecimento – Se você tem domínio sobre algum processo, como redigir propostas e navegar nas redes sociais, ou tem facilidade em um segundo idioma, e percebe que um colega está com dificuldade para, tente ajudá-lo. Não se trata de fazer por ele, e sim orientá-lo.

4 – Saiba receber – Seja atencioso com quem chega à empresa ou muda de área. Mostrar como são os projetos e apresentar as pessoas são atitudes simples, mas que mostram solidariedade.


Fonte: Você SA

sexta-feira, 4 de outubro de 2013

4 obstáculos ao falar em público (e como se livrar deles)

Pesquisa feita com mais de dezesseis mil pessoas identificou pedras no sapato de quem precisa enfrentar uma plateia


As mãos começam a suar e tremer, a voz falha e o conteúdo desaparece da mente. Estar diante de uma platéia e ter que fazer uma apresentação pode ser bastante intimidador e só a ideia de passar por isso deixa muitos profissionais de cabelo em pé.

É uma habilidade pouco desenvolvida, mas o que torna o falar em público um bicho de sete cabeças? Uma pesquisa realizada pelo Nube com 16,4 mil pessoas, em sua maioria jovens, investigou os principais obstáculos.

Confira quais são e as dicas para se livrar ou aprender a lidar com eles:  

1 – Nervosismo
Para 34% dos participantes da pesquisa, o nervosismo é o principal vilão de uma apresentação em público. O ser humano busca aceitação e quando se aumenta a quantidade de pessoas, a chance de agradas a todos diminui. Pelo fato de muitos entrevistados ainda estarem dando seus primeiros profissionais, a falta de vivência em situações deste tipo para o nervosismo. É natural ter medo do desconhecido.
DICA: Ao falar em público não se esqueça de que você está defendendo uma ideia, não você mesmo. Se o conteúdo não agradar não identifique com seu lado pessoal. Uma ideia que não seja aceita não significa que a negativa é para o profissional. Outro conselho é evitar o uso de laser caso você seja do tipo que treme a mão ao falar em público.

2 – Timidez
A timidez foi a característica citada como grande obstáculo para 33% dos participantes da pesquisa. Muitas pessoas associam, erradamente, a timidez à inabilidade de falar em público. A pessoa pode ser reservada, mas se articula bem as idéias vai falar bem em público, são duas coisas diferentes. Extrovertidos são mais articulados por uma questão de treino. Essas são as pessoas que naturalmente falam mais porque se expõem mais e acabam desenvolvendo mais habilidades.
DICA: Não vincule a timidez com a incapacidade de comunicação em público. Treine a comunicação. Aproveite as oportunidades, busque situações em que você possa expor com mais controle. Cursos de oratória e teatro são boas alternativas para os mais tímidos.

3 – Ansiedade
O medo do que está por vir. Para 27%, a ansiedade atrapalha tudo na hora de iniciar uma apresentação. Isto está relacionado à falta de experiência porque muitos entrevistados tiveram poucas oportunidades de apresentações na vida profissional ou acadêmica.
DICA: Antes de começar a apresentação, aposte na tática do “quebrar o gelo”. Conte uma história, converse com as pessoas antes do início, assim é possível ganhar o que a gente chama de rosto amigo, que são as pessoas que o profissional vai buscar olhar durante a apresentação.

4 – Falta de concentração
O estado emocional influencia e muito a atenção. Para 6% dos entrevistados, a falta de concentração é o que mais prejudica a capacidade de falar em público. O nervosismo e ansiedade são emoções que estão intimamente ligadas à perda de concentração de quem se vê adiante uma plateia.  O despreparo também contribui para o agravamento deste quadro de pouca atenção. As vezes a pessoa é pega desprevenida e não estudou o assunto.
DICA: Prepare-se, estude bem o tema da sua apresentação. Cuide do seu estado físico e lembre-se que comer e dormir bem também são essenciais, do contrário a pessoa pensa mais devagar e acaba esquecendo o assunto. E tão importante quanto cuidar do assunto, é cuidar de quem vai apresentar.


Fonte: Exame.com / Você S.A

sexta-feira, 16 de agosto de 2013

As mulheres vão fazer a nova revolução do trabalho?

Elas preparam-se mais e destacam-se em carreiras antes dominadas por homens. A competição vai aumentar muito se elas não saírem do jogo antes da hora.

Na mesa de trabalho da 20ª mulher mais poderosa do mundo segundo a lista da revista americana Forbes, (Maria das Graças Foster, presidente da Petrobras), entre as pilhas de relatórios, balanços financeiros e planilhas de resultados também figuram esmalte, remédio para gripe e um DVD do músico inglês Phil Collins. No dia em que venceu as eleições de 2010, a presidente Dilma Rousseff declarou que todo pai e toda a mãe do Brasil podiam sonhar que suas filhas ocupassem o cargo mais alto da República.


Mulheres: vence quem se dedica mais
Entre 1980 e 2000, o nível de escolaridade das mulheres ultrapassou o dos homens. Hoje, entre a população com 15 anos ou mais de estudo, as mulheres são 57,5%, de acordo com a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) de 2011, do IBGE. Nos cinco últimos anos, um novo movimento animador começou a se consolidar. Agora, as mulheres estão começando a ingressar nas carreiras tradicionalmente masculinas, principalmente as engenharias, apesar de ainda representarem uma parcela pequena do mercado. Trata-se de uma mudança cultural importante na sociedade brasileira. A tendência é de que nos próximos anos o movimento se amplie. O dado negativo é a área de ciências da computação, um dos mercados que mais absorvem profissionais atualmente, que teve um decréscimo na participação de mulheres — caiu de 40% para 28% de 2000 para 2010.

A entrada das mulheres nas carreiras de exatas é um passo importante para eliminar a barreira mais resistente que o sexo feminino encontra no mercado: a presença de mulheres nos cargos mais altos das empresas. Um estudo da Escola de Negócios Wharton mostra que uma das razões para a baixíssima presença de mulheres em altos cargos executivos — apenas 3% das empresas brasileiras têm mulheres na presidência — está nas escolhas que elas fazem na origem da carreira.

Um novo gás
Hoje, em uma década em que levantar bandeiras e causas tornou-se um hábito democrático saudável em todo o mundo, era de se esperar que surgisse alguém com a intenção de revitalizar o movimento feminista. Esse papel foi assumido pela americana Sheryl Sandberg, chefe de operações do Facebook. Ela conclama as mulheres a retomar a revolução feminina, que, em suas palavras, estagnou. Nos Estados Unidos, as mulheres igualaram os homens em termos de formação 30 anos atrás. E pouca coisa mudou desde então — mundialmente elas ocupam 9% das cadeiras de presidentes e 21% das diretorias e vice-presidências. Por isso é hora de dar um novo gás na revolução.

O modelo de trabalho atual foi pensado por homens e para homens, numa época em que eram eles os provedores financeiros de uma família enquanto as mulheres eram responsáveis pela educação e administração do lar. As mulheres foram pegas de surpresa. O resultado são gerações mais novas de mulheres que se veem obrigadas a optar por carreira ou família. Há uma enorme evasão nas empresas quando as mulheres chegam aos postos de liderança. Mulheres devem pensar grande, devem ter uma vista aérea da questão feminina. Os homens são aplaudidos por serem ambiciosos ao passo que as mulheres costumam pagar um preço social por isso.

De acordo com a economista Siham Hassan, diretora de gerenciamento de informação, as mulheres valorizam a competência pessoal, sem diferenciar gêneros. A filial brasileira da SAP, empresa de origem alemã e fornecedora de software de gestão, está lançando um programa no qual executivos do alto escalão da empresa devem dar apoio individualizado a mulheres em cargos de gerência. A medida tem por objetivo levar mulheres ao topo da companhia, que atua em um dos setores mais masculinizados do mercado. “A ideia é que as mulheres sejam mais vistas e consideradas para posições mais altas”, diz Paula Jacomo, diretora de RH da SAP.

Neste século, a bandeira de Sheryl Sandberg — levar mais mulheres aos principais cargos das empresas — é algo que dificilmente vai encontrar discordância entre homens e mulheres, pelo menos conscientemente. Executivos homens não ousarão discordar que o equilíbrio é bom, considerando-se que são pais, maridos ou, no mínimo, filhos de uma mulher.

Para as mulheres brasileiras, diferente de outras culturas, o trabalho tem que vir junto com uma vida familiar feliz, com tempo e pelo menos um filho. É como se tivessem três grandes áreas a dominar para ser felizes e bemsucedidas: o trabalho, a família e a aparência. Nessa busca, muitas acabam se autoexcluindo das posições de liderança, já que chegar a cargos mais altos exige uma dedicação grande, que as obriga a sacrificar outras áreas da vida. Chegar a posições de liderança é uma competição que o mercado impõe. Vence quem se dedica mais, e é preciso avaliar quem deseja isso e o modo de fazer.


Por: Cibele Reschke, Fernanda Salla, Lais Botelho, Murilo Ohl, Nina Neves e Raquel Beer
Fonte: Revista VOCÊ S_A

sexta-feira, 9 de agosto de 2013

O declínio da Criatividade

Desde o momento em que ensaiamos nossos primeiros passos, tem início um sutil e inconsciente movimento de inibição de nossa criatividade natural. Primeiro em casa, depois na escola e no trabalho, somos instados a andar em terreno já conhecido, seguir a tradição e não “fazer marolas”. Este processo tem seu lado positivo, pois a vida em sociedade requer a observação de certas regras e costumes. No entanto, traz um efeito secundário pernicioso: o lento, mas inexorável, bloqueio de nossa curiosidade, imaginação e engenhosidade.

No livro “Ponto de Ruptura e Transformação”, o autor George Land relata os resultados de testes realizados com um grupo de 1.600 jovens nos EUA. O estudo se baseou nos testes usados pela NASA para seleção de cientistas e engenheiros inovadores. No primeiro teste as crianças tinham entre 3 e 5 anos e 98% apresentaram alta criatividade; o mesmo grupo foi testado aos 10 anos e este percentual caiu para 30%; aos 15 anos, somente 12% mantiveram um alto índice de criatividade. Teste similar foi aplicado a mais de 200.000 adultos e somente 2% se mostraram altamente criativos.





George Land e sua colega Beth Jarman concluíram que aprendemos a ser não-criativos. O declínio da criatividade não é devido à idade, mas aos bloqueios mentais criados ao longo de nossa vida. A família, a escola e as empresas têm tido sucesso em inibir o pensamento criativo. Esta é a má notícia. A boa notícia é que as pesquisas e a prática mostram que este processo pode ser revertido; podemos recuperar boa parte de nossas habilidades criativas. Melhor ainda, nós podemos impedir este processo de robotização.

O desenvolvimento da criatividade requer que abandonemos nossa zona de conforto e nos libertemos dos bloqueios que impedem o pleno uso de nossa capacidade mental. Nas palavras do poeta Guillaume Apollinaire, temos de perder o medo de voar:


Cheguem até a borda, ele disse.
Eles responderam: temos medo.
Cheguem até a borda, ele repetiu.
Eles chegaram.
Ele os empurrou... e eles voaram.


Qual o significado de criatividade? O que sabemos sobre a criatividade humana? E como podemos usar este conhecimento para desenvolver nossa criatividade? Todos nós, cada um a seu modo, somos capazes de realizações criativas em alguma área de atividade. Para isso, é necessário contar com as condições certas e com o acesso aos conhecimentos e habilidades apropriadas.



Fonte: Criatividade Aplicada 

terça-feira, 9 de julho de 2013

Criatividade de funcionários é a maior arma das grandes empresas

Sem aumentar muito o número de empregados, as grandes corporações americanas conseguiram aumentar seus lucros ao estimular os mais talentosos. 


Estimular o talento e a criatividade dos funcionários está rendendo frutos para as grandes empresas americanas, segundo a consultoria McKinsey. O lucro líquido das duas mil maiores companhias dos Estados Unidos subiu de 570 bilhões de dólares para 1,393 trilhão. O seleto grupo das megacorporações (as 150 maiores empresas americanas) elevou sua fatia nesse montante de 39% para 46%, sem que o número de funcionários avançasse na mesma proporção. Na década de 90, o grupo respondia por 28% do 33,8 milhões de pessoas ocupadas pelas 2 mil maiores empresas. Já nos anos 2000, a fatia passou para 29% de 59,6 milhões de funcionários.

Treinamentos podem ser a solução para produtividade 
Outra forma de compreender a importância dessas mudanças é verificar que, no período coberto pela pesquisa do McKinsey, o lucro líquido por empregado, nas megacorporações, subiu de 21 mil dólares para 64 mil. De acordo com a consultoria, o que permitiu incrementar os ganhos sem onerar a folha de pagamento foi apostar nos bens intangíveis de toda companhia, representados pelo conhecimento das pessoas que lá atuam. Essas empresas também mudaram o modo como seus colaboradores trabalham, privilegiando a atuação em equipe. Historicamente, grandes companhias, como a General Motors e a Unilever, investiam em sua escala de produção para obter vantagens concretas, como ganhos de produtividade.

À medida que esse modelo de gestão se consolida, novos desafios surgem para as empresas. A solução muitas vezes está em treinar os funcionários. O principal é encontrar meios mais eficientes de gerir a colaboração entre as equipes e a motivação. A pesquisa mostra, por exemplo, que em aproximadamente 40% das grandes empresas, os executivos gastam metade do dia em respostas a consultas, sejam por e-mail, telefone ou outro canal.

Fonte: Exame.com