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terça-feira, 10 de dezembro de 2013

13 fatores que as pessoas fortes não praticam

Na busca pelo crescimento profissional, as pessoas esquecem de exercitar o lado humano. Veja a seguir os 13 fatores que as pessoas fortes não praticam. 


1. Sentir pena de si
Como lidar: pare de pensar que você não é bom o bastante. Ser adulto é lidar com obstáculos maiores que você. Você pode errar, perder, tomar decisões ruins, se deparar com pessoas poderosas, de nariz empinado, mas isso não o faz pior do que ninguém. Tome os caminhos certos, mas se pegar um errado, encare as consequências de cabeça erguida.

2. Deixar os outros lhe controlarem
Como lidar: não permita que ninguém coloque você para baixo — seja namorado(a), chefe, amigo ou familiares. O poder está nas suas mãos, só você tem o poder de controlar o que acontece com você, mas algumas pessoas vão tentar impedir você. Seguindo a lógica bíblica do “se o braço lhe faz pecar, corte-o”, se algo lhe deixa infeliz, abandone.

3. Preferir manter as coisas como estão
Como lidar: abrace as mudanças. É onde o melhor da vida está: atrás das cortinas do desconhecido. Assim como você não pode saber se uma comida é boa sem provar, ou se um livro é bem escrito sem ler, não dá para conhecer o melhor da vida sem viver. Seja flexível e mantenha o pensamento positivo para afastar o medo do desconhecido. É claro que não é 100% certo que mude para melhor, mas é possível extrair algo de bom até em experiências ruins. Uma coisa é certa: sem tentar, o homem nunca conseguiu nada.

4. Reclamar de coisas que não dependem de você
Como lidar: reclame menos de coisas que você não pode mudar. Essa é uma das melhores receitas contra o mau humor e a frustração. O trânsito está um caos? Ficar irritado não mudará nada. Pegue um ônibus, vá de bicicleta, mude de emprego ou de casa, respire fundo e encare. Você não vai mudar o mundo, mas mudando de atitude poderá vê-lo de uma forma diferente.

5. Se esforçar para agradar os outros
Como lidar: seja você mesmo. Fingir ser alguém que você não é demanda um esforço enorme. E o pior, ser o queridinho do chefe, não vai lhe render uma promoção — gerar resultados vai. Não fique evitando as pessoas por não gostar de dizer não, ninguém gosta, mas faz parte. Saber dizer é sinal de responsabilidade e transparência, saber receber é maturidade. Tente ser justo e gentil, lembre-se que como você fala é mais importante do que você fala.

6. Fazer coisas sem pensar
Como lidar: tome decisões conscientes. Saiba onde você está pisando. Não tome decisões precipitadas que acabarão em erro e frustração depois, planeje as ações com cuidado e calcule se compensa correr o risco. É melhor pensar demais do que pensar de menos.


7. Pensar muito no passado
Como lidar: viva hoje. Ninguém vive de reprise. Pense que sempre o melhor está por vir. Foque no presente, trace metas para um futuro próximo e saiba que a única função do passado é servir de experiência para se projetar o futuro. Enquanto você estiver olhando para trás, nunca andará para frente

8. Cometer o mesmo erro várias vezes
Como lidar: aprenda com cada erro, ele é o sinal de que algo precisa ser corrigido. A maioria das pessoas precisa errar pelo menos duas vezes antes de fazer algo a respeito, e isso é um problema. Cada erro consome uma carga emocional que você não vai querer desperdiçar. Além de tempo para a retomada. Seja crítico consigo , você é o seu melhor professor.

9. Se chatear quando alguém próximo conquista algo
Como lidar: alegrar-se com as conquistas dos outros; se for difícil demais, use como motivação e pense “se ele conseguiu, eu também consigo”. Esteja 100% comprometido com o seu sucesso. O jogo pode ser sujo, mas não é por isso que você tem que se jogar na lama. Reconheça que os outros também têm seus méritos e tente ficar feliz por eles. O trabalho em equipe sempre levará a resultados maiores do que o individualismo.

10. Desistir no primeiro fracasso
Como lidar: reconheça o fracasso como parte do processo. As pessoas poderão contar quantas vocês você caiu, mas elas não são você. Quebrar a cara não é algo que pode acontecer, é algo que vai acontecer e é melhor que seja no começo.

11. Detestar ficar sozinho
Como lidar: passe mais tempo consigo fazendo as coisas que gosta. Poder passar um final de semana em casa sozinho não é um pesadelo, é um privilégio. É impossível obter autoconhecimento e crescer como pessoa sem momentos de reflexão. E é quando você está acompanhado apenas de si que as mais poderosas reflexões acontecem e o entendimento vem. Pessoas intimistas costumam ser mais criativas, tomam melhores decisões e compreendem melhor os outros. Aprenda a apreciar sua própria companhia, é a única pessoa que você é obrigado a conviver até o fim da vida.

12. Achar que merece mais do que tem
Como lidar: seja mais humilde e esforçado. Você nasce pelado e morrerá assim se não souber aproveitar as oportunidades. Os seus pais são os únicos que precisam lhe ajudar (até certo ponto), o resto é como você. Não espere que as pessoas enxerguem o seu melhor, mostre a elas. Se você é o melhor do setor, preste atenção no seu comportamento, no seu discurso e na forma como lida com as pessoas. As pessoas não lhe devem nada, mas elas farão questão de pagar se você tiver algo valioso a oferecer.

13. Querer tudo para ontem
Como lidar: tenha em mente que tudo na vida tem um tempo de maturação. Com as habilidades e o tempo certo, coisas maiores e mais duradouras são construídas. Ao definir prazos, peça a opinião das pessoas, negociando um prazo que seja bom para todos.

Texto extraído do artigo: “13 things mentally strong peopledon’t do” 


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sexta-feira, 6 de dezembro de 2013

Motivar só não basta. É preciso Mudar.


Motivação é algo que precisamos ter todos os dias de nossa vida. Para acordar, sair, trabalhar, estudar, brincar, conversar. Para qualquer coisa que se faça é preciso motivação. Precisamos de um motivo.
O que precisa nos motivar a ir trabalhar e fazer o melhor que pudermos é exatamente o motivo que nos leva a ir trabalhar todos os dias. Complicado? Não. É simples. Não existe motivador no mundo capaz de fazer você se motivar se detesta o que faz. Se não faz por amor, com vontade, por prazer.
Dinheiro motiva? Depende. Você acha que a pessoa mais rica do mundo se motiva por ganhar dinheiro. O que o motiva é exatamente o prazer de fazer o que faz, todos os dias. As pessoas são motivadas a trabalhar para ganhar dinheiro, comprar coisas, pagar contas. Isto já foi e é amplamente difundido, mas acredite, não é só isto.
Motivar alguém é incutir na pessoa a necessidade de mudar. Mostrar que para mudar é preciso ter atitude, disciplina, vontade e principalmente um motivo que os faça verdadeiramente mudar.
Se você NÃO MUDA, VOCÊ não se motiva. Apenas adia a sua frustração. Pense nisto. O que o faz motivar é o sentido que se quer dar a sua vida. Ter um objetivo é fundamental. Um foco definido, uma missão.
Quer contratar um palestrante que o motive? Contrate alguém que possa ajudá-lo a mudar. Só um detalhe. Se você não quiser mudar, palestrante nenhum vai fazê-lo mudar de idéia. Só quem pode mudar de ideia é você mesmo.


Fonte Exame. Com 


Disponível em: Blog do Management 



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sexta-feira, 4 de outubro de 2013

4 obstáculos ao falar em público (e como se livrar deles)

Pesquisa feita com mais de dezesseis mil pessoas identificou pedras no sapato de quem precisa enfrentar uma plateia


As mãos começam a suar e tremer, a voz falha e o conteúdo desaparece da mente. Estar diante de uma platéia e ter que fazer uma apresentação pode ser bastante intimidador e só a ideia de passar por isso deixa muitos profissionais de cabelo em pé.

É uma habilidade pouco desenvolvida, mas o que torna o falar em público um bicho de sete cabeças? Uma pesquisa realizada pelo Nube com 16,4 mil pessoas, em sua maioria jovens, investigou os principais obstáculos.

Confira quais são e as dicas para se livrar ou aprender a lidar com eles:  

1 – Nervosismo
Para 34% dos participantes da pesquisa, o nervosismo é o principal vilão de uma apresentação em público. O ser humano busca aceitação e quando se aumenta a quantidade de pessoas, a chance de agradas a todos diminui. Pelo fato de muitos entrevistados ainda estarem dando seus primeiros profissionais, a falta de vivência em situações deste tipo para o nervosismo. É natural ter medo do desconhecido.
DICA: Ao falar em público não se esqueça de que você está defendendo uma ideia, não você mesmo. Se o conteúdo não agradar não identifique com seu lado pessoal. Uma ideia que não seja aceita não significa que a negativa é para o profissional. Outro conselho é evitar o uso de laser caso você seja do tipo que treme a mão ao falar em público.

2 – Timidez
A timidez foi a característica citada como grande obstáculo para 33% dos participantes da pesquisa. Muitas pessoas associam, erradamente, a timidez à inabilidade de falar em público. A pessoa pode ser reservada, mas se articula bem as idéias vai falar bem em público, são duas coisas diferentes. Extrovertidos são mais articulados por uma questão de treino. Essas são as pessoas que naturalmente falam mais porque se expõem mais e acabam desenvolvendo mais habilidades.
DICA: Não vincule a timidez com a incapacidade de comunicação em público. Treine a comunicação. Aproveite as oportunidades, busque situações em que você possa expor com mais controle. Cursos de oratória e teatro são boas alternativas para os mais tímidos.

3 – Ansiedade
O medo do que está por vir. Para 27%, a ansiedade atrapalha tudo na hora de iniciar uma apresentação. Isto está relacionado à falta de experiência porque muitos entrevistados tiveram poucas oportunidades de apresentações na vida profissional ou acadêmica.
DICA: Antes de começar a apresentação, aposte na tática do “quebrar o gelo”. Conte uma história, converse com as pessoas antes do início, assim é possível ganhar o que a gente chama de rosto amigo, que são as pessoas que o profissional vai buscar olhar durante a apresentação.

4 – Falta de concentração
O estado emocional influencia e muito a atenção. Para 6% dos entrevistados, a falta de concentração é o que mais prejudica a capacidade de falar em público. O nervosismo e ansiedade são emoções que estão intimamente ligadas à perda de concentração de quem se vê adiante uma plateia.  O despreparo também contribui para o agravamento deste quadro de pouca atenção. As vezes a pessoa é pega desprevenida e não estudou o assunto.
DICA: Prepare-se, estude bem o tema da sua apresentação. Cuide do seu estado físico e lembre-se que comer e dormir bem também são essenciais, do contrário a pessoa pensa mais devagar e acaba esquecendo o assunto. E tão importante quanto cuidar do assunto, é cuidar de quem vai apresentar.


Fonte: Exame.com / Você S.A

sexta-feira, 16 de agosto de 2013

As mulheres vão fazer a nova revolução do trabalho?

Elas preparam-se mais e destacam-se em carreiras antes dominadas por homens. A competição vai aumentar muito se elas não saírem do jogo antes da hora.

Na mesa de trabalho da 20ª mulher mais poderosa do mundo segundo a lista da revista americana Forbes, (Maria das Graças Foster, presidente da Petrobras), entre as pilhas de relatórios, balanços financeiros e planilhas de resultados também figuram esmalte, remédio para gripe e um DVD do músico inglês Phil Collins. No dia em que venceu as eleições de 2010, a presidente Dilma Rousseff declarou que todo pai e toda a mãe do Brasil podiam sonhar que suas filhas ocupassem o cargo mais alto da República.


Mulheres: vence quem se dedica mais
Entre 1980 e 2000, o nível de escolaridade das mulheres ultrapassou o dos homens. Hoje, entre a população com 15 anos ou mais de estudo, as mulheres são 57,5%, de acordo com a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) de 2011, do IBGE. Nos cinco últimos anos, um novo movimento animador começou a se consolidar. Agora, as mulheres estão começando a ingressar nas carreiras tradicionalmente masculinas, principalmente as engenharias, apesar de ainda representarem uma parcela pequena do mercado. Trata-se de uma mudança cultural importante na sociedade brasileira. A tendência é de que nos próximos anos o movimento se amplie. O dado negativo é a área de ciências da computação, um dos mercados que mais absorvem profissionais atualmente, que teve um decréscimo na participação de mulheres — caiu de 40% para 28% de 2000 para 2010.

A entrada das mulheres nas carreiras de exatas é um passo importante para eliminar a barreira mais resistente que o sexo feminino encontra no mercado: a presença de mulheres nos cargos mais altos das empresas. Um estudo da Escola de Negócios Wharton mostra que uma das razões para a baixíssima presença de mulheres em altos cargos executivos — apenas 3% das empresas brasileiras têm mulheres na presidência — está nas escolhas que elas fazem na origem da carreira.

Um novo gás
Hoje, em uma década em que levantar bandeiras e causas tornou-se um hábito democrático saudável em todo o mundo, era de se esperar que surgisse alguém com a intenção de revitalizar o movimento feminista. Esse papel foi assumido pela americana Sheryl Sandberg, chefe de operações do Facebook. Ela conclama as mulheres a retomar a revolução feminina, que, em suas palavras, estagnou. Nos Estados Unidos, as mulheres igualaram os homens em termos de formação 30 anos atrás. E pouca coisa mudou desde então — mundialmente elas ocupam 9% das cadeiras de presidentes e 21% das diretorias e vice-presidências. Por isso é hora de dar um novo gás na revolução.

O modelo de trabalho atual foi pensado por homens e para homens, numa época em que eram eles os provedores financeiros de uma família enquanto as mulheres eram responsáveis pela educação e administração do lar. As mulheres foram pegas de surpresa. O resultado são gerações mais novas de mulheres que se veem obrigadas a optar por carreira ou família. Há uma enorme evasão nas empresas quando as mulheres chegam aos postos de liderança. Mulheres devem pensar grande, devem ter uma vista aérea da questão feminina. Os homens são aplaudidos por serem ambiciosos ao passo que as mulheres costumam pagar um preço social por isso.

De acordo com a economista Siham Hassan, diretora de gerenciamento de informação, as mulheres valorizam a competência pessoal, sem diferenciar gêneros. A filial brasileira da SAP, empresa de origem alemã e fornecedora de software de gestão, está lançando um programa no qual executivos do alto escalão da empresa devem dar apoio individualizado a mulheres em cargos de gerência. A medida tem por objetivo levar mulheres ao topo da companhia, que atua em um dos setores mais masculinizados do mercado. “A ideia é que as mulheres sejam mais vistas e consideradas para posições mais altas”, diz Paula Jacomo, diretora de RH da SAP.

Neste século, a bandeira de Sheryl Sandberg — levar mais mulheres aos principais cargos das empresas — é algo que dificilmente vai encontrar discordância entre homens e mulheres, pelo menos conscientemente. Executivos homens não ousarão discordar que o equilíbrio é bom, considerando-se que são pais, maridos ou, no mínimo, filhos de uma mulher.

Para as mulheres brasileiras, diferente de outras culturas, o trabalho tem que vir junto com uma vida familiar feliz, com tempo e pelo menos um filho. É como se tivessem três grandes áreas a dominar para ser felizes e bemsucedidas: o trabalho, a família e a aparência. Nessa busca, muitas acabam se autoexcluindo das posições de liderança, já que chegar a cargos mais altos exige uma dedicação grande, que as obriga a sacrificar outras áreas da vida. Chegar a posições de liderança é uma competição que o mercado impõe. Vence quem se dedica mais, e é preciso avaliar quem deseja isso e o modo de fazer.


Por: Cibele Reschke, Fernanda Salla, Lais Botelho, Murilo Ohl, Nina Neves e Raquel Beer
Fonte: Revista VOCÊ S_A

terça-feira, 9 de julho de 2013

Criatividade de funcionários é a maior arma das grandes empresas

Sem aumentar muito o número de empregados, as grandes corporações americanas conseguiram aumentar seus lucros ao estimular os mais talentosos. 


Estimular o talento e a criatividade dos funcionários está rendendo frutos para as grandes empresas americanas, segundo a consultoria McKinsey. O lucro líquido das duas mil maiores companhias dos Estados Unidos subiu de 570 bilhões de dólares para 1,393 trilhão. O seleto grupo das megacorporações (as 150 maiores empresas americanas) elevou sua fatia nesse montante de 39% para 46%, sem que o número de funcionários avançasse na mesma proporção. Na década de 90, o grupo respondia por 28% do 33,8 milhões de pessoas ocupadas pelas 2 mil maiores empresas. Já nos anos 2000, a fatia passou para 29% de 59,6 milhões de funcionários.

Treinamentos podem ser a solução para produtividade 
Outra forma de compreender a importância dessas mudanças é verificar que, no período coberto pela pesquisa do McKinsey, o lucro líquido por empregado, nas megacorporações, subiu de 21 mil dólares para 64 mil. De acordo com a consultoria, o que permitiu incrementar os ganhos sem onerar a folha de pagamento foi apostar nos bens intangíveis de toda companhia, representados pelo conhecimento das pessoas que lá atuam. Essas empresas também mudaram o modo como seus colaboradores trabalham, privilegiando a atuação em equipe. Historicamente, grandes companhias, como a General Motors e a Unilever, investiam em sua escala de produção para obter vantagens concretas, como ganhos de produtividade.

À medida que esse modelo de gestão se consolida, novos desafios surgem para as empresas. A solução muitas vezes está em treinar os funcionários. O principal é encontrar meios mais eficientes de gerir a colaboração entre as equipes e a motivação. A pesquisa mostra, por exemplo, que em aproximadamente 40% das grandes empresas, os executivos gastam metade do dia em respostas a consultas, sejam por e-mail, telefone ou outro canal.

Fonte: Exame.com